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Os 8 Maiores Revolucionários de Todos os Tempos

sábado, 12 de setembro de 2015

 A seguir você pode conferir uma lista de nomes interessantes para você lembrar em seu vestibular – ou simplesmente para seguir como referência –, pois querendo ou não, gostando ou não das pessoas citadas aqui, você tem que concordar: todas elas tiveram um impacto enorme no mundo atual. São 10 personalidades para 10 campos diferentes.



Religião
Paulo de Tarso


Eu sei o que você está pensando, como eu posso ter colocado o apostolo Paulo e não Jesus? Pois bem, embora Jesus tenha pregado toda uma doutrina a respeito da paz e tenha protagonizado as histórias no Novo Testamento que anos mais tarde influenciou pessoas como Marthin Luther King, Gandhi e até o anarco-individualista Thoureau, não foi ele o responsável pela expansão do cristianismo no mundo. Sem Paulo, o cristianismo não teria sido nada além de uma pequena seita judaica que em pouco tempo teria se extinguido. Após a morte de Jesus, o cristianismo não tinha chance alguma de sobrevivência. Para que a mensagem de Jesus chegasse aos gentios, Paulo teve o trabalho de separar o cristianismo do contexto sociocultural judaico. Ele sustentava que os seguidores de Jesus, fossem eles judeus ou gentios, não precisavam mais seguir as leis mosaicas que se tornaram obsoletas após a vinda do messias. Para Paulo, Jesus não apenas preenchia as vontades messiânicas dos judeus, mas na verdade, de todos os povos. Para ele, a nova comunidade cristã era mundial e não apenas local. Este novo rearranjo do “cristianismo judaico” abriu margem para que os gentios começassem a se unir em torno da religião que surgia, pois muitos, embora fossem atraídos pelos ensinamentos de Cristo achavam as leis de Moisés rígidas demais para que se convertessem. Embora não sejam claras as intenções de Paulo ao fazer isso é fato que o cristianismo dificilmente teria sobrevivido muito tempo sem essa atitude.

Todos eram atraídos pelas mensagens cristãs: os pobres, os oprimidos e (pasme) até mesmo os escravos se interessaram pela personalidade, vida, morte e ressurreição de Jesus, pelo seu amor a todos e sua preocupação com a humanidade sofredora. Eles encontravam apoio espiritual numa religião que ensinava que o valor da pessoa não dependia de seu nascimento, riqueza, educação ou talento – eis aí uma filosofia que (algumas centenas de anos mais a frente) irá alimentar os fervores revolucionários contra os direitos de nobreza. Dessa forma, o cristianismo ofereceu aos homens aquilo que os valores da civilização greco-romana (essencialmente aristocráticos) não podiam oferecer – força interior, senso de dignidade humana e esperança.

O cristianismo alimentou todo um arcabouço teórico que mais tarde levou aos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, ao renascimento e iluminismo – como o sociólogo Max Weber bem notou em seu livro “A Ética Protestante e o Espírito Capitalista”, os cristãos mudaram o mundo. E pensar que tudo começou com Paulo...

Invenção
Nikola Tesla


Pense no inventor mais injustiçado de todos os tempos. Se você gosta do seu wifi, do seu computador, da sua TV, do controle remoto, do rádio, da luz de neon e do motor elétrico moderno, você deve agradecer a este homem. O maior gênio que já passou pela Terra jamais recebeu um crédito sequer por suas invenções. Muitas de suas criações originais são atribuídas a outras pessoas que usaram e abusaram da genialidade de Tesla para enriquecerem.

Tesla foi a primeira pessoa que captou ondas de rádio no espaço, tornando-o indiretamente o pai da astronomia. Em certa ocasião ele descobriu a frequência de ressonância da Terra, que pôde ser confirmada apenas 50 anos depois. Também foi o responsável pela criação da primeira hidroelétrica do mundo, nas cataratas do Niágara, provando a todos que era possível obter energia de forma limpa e prática.

Mas afinal, se ele foi tão incrível assim, por que não estudamos sobre a vida dele na escola? Por conta de uma série de desventuras em sua vida que lhe tiraram todos os créditos por grande parte de suas invenções. É ensinado que o rádio, por exemplo, foi inventado pelo italiano Guilherme Marconi, mas tudo que ele fez foi pegar o trabalho que fora desenvolvido por Tesla e patenteado como se fosse seu. Tesla era tão “good Guy” que quando perguntado a respeito apenas declarou “Marconi é um bom amigo. Deixem-no continuar. Ele está usando 17 das minhas patentes”.

Em 1917 ele chegou a apresentar o radar para a Marinha americana, ferramenta que hoje creditamos a invenção a Robert Watson-Watt, que o teria inventado em 1935. Mas por que a marinha não usou a tecnologia de Tesla? Ela poderia ter impedido milhares de mortes americanas logo na Primeira Grande Guerra. Acontece que Thomas Edison (arqui-inimigo de Tesla) era chefe do centro de pesquisa e desenvolvimento da marinha e simplesmente declarou que o radar não teria qualquer influência na guerra.

O Raio-X é outra descoberta de Tesla, mas creditada a Wilhelm Rontgen. Tesla, porém, recusou-se a conduzir experimentos médicos com o Raio-X, pois suas pesquisas indicavam que eles poderiam causar efeitos indesejados nos voluntários. Mas adivinha quem não escutou essas advertências e continuou os testes mesmo assim? Thomas Edison. Não perdendo a oportunidade de ser um idiota, Edison começou a experimentar o raio-x em seus empregados. Clarence Dally, assistente de Edison, recebeu uma carga tão grande de raios-x que precisou ter os dois braços amputados. Infelizmente, ela perdeu a vida por conta de complicações algum tempo depois. O próprio Edison quase ficou cego por disparar raio-x contra seus olhos.

Tesla, esse grande gênio injustiçado, morreu pobre e considerado louco por muitos. Completamente sozinho em um quarto de hotel em Nova Iorque. Chegou ao fim de seus dias vivendo apenas comendo leite, pão e alguns biscoitos. E assim, em 7 de janeiro de 1943, partiu deste mundo, um dos maiores gênios que já caminhou pela Terra.





Medicina
Alexander Fleming


Este é o clássico dos vestibulares. Não deve haver uma única alma que tenha estudado para as provas que não tenha ouvido o nome deste homem. Sua revolução é uma das mais impactantes no mundo moderno. Imagine como devia ser viver em um mundo onde cortar o dedo por causa de uma flor espinhuda, poderia levá-lo a morte? Assim era a vida antes de Alexander Fleming, que pode ser considerado o pai dos antibióticos. As bactérias eram diretamente responsáveis pelas altas taxas de mortalidade antes dos anos 40.

Embora a história relate que a descoberta de Fleming tenha sido por pura “sorte”, devemos nos lembrar que a sorte nada mais é que a perfeita união da habilidade com a oportunidade. Em 1928, o biólogo escocês, estudava uma cultura de estafilococos em seu laboratório, quando notou que uma de suas placas estavam mofadas. Em vez de jogar fora o exemplo contaminado, Fleming resolveu estudá-la mais atentamente e notou que o mofo estava matando as bactérias. Eureca!

Aquele mofo era o Penicillium chrysogenum, que pode ser encontrado também em comida estragada. A partir dali, Fleming descobriu que o truque funcionava com bactérias perigosas, isolou a substância com que o fungo estava liquidando os microrganismos e a chamou de penicilina. Sua estréia foi em 1940 – em plena Segunda Guerra -, com o trabalho de outros cientistas, que a droga tornou-se viável.   Desde então doenças como lepra, coqueluche, meningite, tuberculose e pneumonia deixaram de ser o caminho para o necrotério.


Filosofia
John Locke


John Locke, com sua tese revolucionária de que o poder emana do povo (e não de Deus) abriu margem para a maior revolução social e política de toda a história da humanidade, propiciando o assentamento de sistemas democráticos no mundo moderno.

Locke se opunha ao autoritarismo em todas as esferas: individual, político e religioso. Seu pensamento para cada caso pode ser encontrado nos Tratados Sobre o Governo Civil, onde defende a separação dos poderes e o estabelecimento de um país fundado nos ideais da liberdade e responsabilidades individuais. Nesta mesma obra, Locke tenta criar uma teoria que concilie a liberdade dos cidadãos com a manutenção da ordem política – que para ele era essencial para assegurar os direitos de cada indivíduo. Para Locke, o ideal seria uma sociedade onde não houvesse interferência governamental (ideia hoje desenvolvida para o conceito de Estado Mínimo).

Já em suas Cartas a Respeito da Tolerância, Locke defende a separação entre Igreja e Estado, propondo o Estado Laico, e prega a respeito da necessidade das diferentes religiões conviverem em harmonia na sociedade.

Locke foi o autor de uma constituição para o Estado de Virgínia, nos Estados Unidos, e embora não tenha sido adotada, serviu de base para a constituição dos Estados Unidos promulgada em 1776, logo após a Independência americana. Foi ele o grande teórico que influenciou a nação estadunidense em seus primeiros anos de vida e possibilitou que a ex-colônia britânica se tornasse um dos países mais bem sucedidos de todos os tempos.

Mais tarde, inspirados pela Revolução Americana, os franceses tomaram parte em sua Revolução Francesa marcando o fim de uma monarquia absolutista e ineficiente.

Economia e Comportamento
Adam Smith


“A riqueza de uma nação se mede pela riqueza do povo e não pela riqueza dos príncipes”, sabe quem disso isso? Karl Marx? Não. Adam Smith. Considerado o pai do capitalismo moderno, Adam Smith foi de fundamental influência para o desenvolvimento das teorias liberais do século XIX e XX que serviram para atacar e questionar o Antigo Regime. 

Em seu livro “Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações” demonstrava como o desenvolvimento dos países se dava através da atuação de indivíduos que, motivados apenas pelo seu próprio interesse, promoviam o crescimento econômico e a inovação tecnológica. Seu raciocínio pode ser resumido em uma afirmação marcante que fez: “não é da benevolência do padeiro, do açougueiro ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas sim do empenho deles em promover seu auto-interesse”.

Segundo as teorias de Adam Smith, a divisão do trabalho e a liberdade para que os agentes econômicos pudessem atuar seriam fatores essenciais para que se alcançasse um maior grau de eficiência, a queda do preço das mercadorias e à inovação tecnológica. As doutrinas de Adam Smith exerceram grande influência nos pensadores liberais e iluministas que objetivavam acabar com os direitos feudais e o mercantilismo.

Política
Margaret Thatcher


Uma das mulheres mais bem-sucedidas do século XX – não é a toa que ela entrou pra história conhecida como “A Dama de Ferro”. Apesar de ter conquistado com grande honra um lugar de destaque e de liderança numa época dominada pelo machismo e em uma sociedade profundamente conservadora, Thatcher nunca foi bem vista pelas feministas de sua época.

Durante sua campanha para liderar a Grã-Betanha em 1979, um slogan popular emitido pelos coletivos feministas dizia: “Nós queremos o direito das mulheres, não mulheres de direita!”. Mais tarde, a Dama de Ferro teria respondido: “Não devo nada ao movimento de libertação das mulheres. As feministas odeiam-me, não é? Não as posso culpar, uma vez que odeio o feminismo. É puro veneno!”.

Apesar de suas controvérsias, Thatcher será para sempre lembrada como uma mulher que venceu resistências, se impôs como a líder política de um país importante, e através de sua política econômica reformou o país preparando-o para o século XXI. Ela foi a primeira mulher a ser chefe de governo de uma democracia ocidental e fez sua vida pública em torno da luta contra uma economia coletivista e planificada. Ela também foi a primeira-ministra que por mais tempo permaneceu à frente do governo britânico no século XX, ficando no cargo durante onze anos, e mantendo-se como líder de seu partido por quinze anos.

Durante seu mandato ela reformou cada aspecto da política britânica, revivendo a economia, reformando instituições já ultrapassadas e revigorando a política externa da nação. As reformas sindicais, as liberalizações do mercado, a desregulamentação e a desburocratização, a adoção de uma postura anti-inflacionária forte, e controle de impostos e gastos criaram melhores perspectivas para a Grã-Betanha, que vinha de uma profunda crise em 1979. O período Thatcher foi de fundamental importância na história britânica. Seu legado continua a ser o núcleo da moderna política britânica, não foi a toa que a crise econômica de 2008 reviveu muitos dos argumentos usados na década de 1980, mantendo o seu nome no centro do debate político na Grã-Betanha.

Suas habilidades de oratória e convencimento também são lendárias e ela permanece como uma das mais importantes vozes em defesa da liberdade econômica no século XX. Sua respostaao questionamento feito por Simon Hughes ainda hoje é uma das melhores explicações sobre como o foco na desigualdade de renda pode tornar mais difícil notar a melhora real na condição de vida dos mais pobres. O seu pronunciamento a respeito da origem dos recursos do Estado é uma incrível explicação sobre como os gastos do governo pesam sobre a população – ao invés de beneficiá-la.


Epistemologia
Karl Popper


Karl Popper foi um filósofo da ciência austríaco, e é considerado por muitos como um dos filósofos mais influentes do século XX a tematizar a ciência. Em muitas de suas obras, ele também atacou o totalitarismo e foi um grande defensor da democracia.

Sua revolução na ciência se dá pela sua defesa do falsificacionismo como um critério de demarcação entre ciência e não-ciência. Popper usava o termo “Racionalismo Científico” para descrever sua filosofia. Em termos leigos, em sua concepção, só pode ser chamado de ciência aquilo que pode ser falseado – e só pode ser comprovado, após resistir a todas as tentativas de refutá-lo. Para ele a verdade é inalcançável, podemos apenas nos aproximar dela através de tentativas. Einstein é o melhor exemplo de um cientista que rompeu com as teorias da física estabelecidas de antemão.

Uma crítica bastante pertinente ao Racionalismo Científico vem a partir do teorema da incompletude de Kurt Godel, que diz que se o falsificacionismo restringe como ciência apenas aquilo que pode ser falseado, essa lógica deve abarcar o próprio teorema – ou seja, a falsiabilidade deve ser falseável em si mesma. Diante dessa possibilidade poderão existir proposições em que a falsiabilidade não é aplicável. No entanto, o falsificacionismo popperiano não é um princípio de exclusão, mas apenas de validação e de graus de confiança em cima do objeto científico.

Seu trabalho científico foi influenciado enormemente pelo estudo da teoria da relatividade de Albert Einstein. Através dos princípios do Racionalismo Científico, Popper demonstrou como a teoria marxista e a filosofia hegeliana não são científicas – e assim também o fez com a psicanálise.

Assim como Locke, Popper também foi um defensor da tolerância. Em seu livro A Sociedade Aberta e Seus Inimigos foi ele quem levantou o Paradoxo da Tolerância. Ele argumentou:

A tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos a tolerância ilimitada, mesmo para aqueles que são intolerantes, e se não estamos preparados para defender uma sociedade tolerante contra o ataque dos intolerantes, então os tolerante serão destruídos e tolerância com eles. - Esta formulação, não implica que devemos sempre suprimir as filosofias intolerantes, contanto que possamos combatê-las por argumentos racionais e mantê-las sob controle pela opinião pública.

Mas devemos reivindicar o direito de suprimi-las, se necessário até mesmo pela força, e isso pode facilmente acontecer se elas não estiverem preparadas em debater no nível de argumentação racional, ao começar por criticar todos os argumentos e proibindo seus seguidores de ouvir argumentos racionais, devido ela ser uma filosofia enganosa, ensinando-os a responder a argumentos com uso de punhos ou pistolas.

Devemos, portanto, reivindicar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar os intolerantes. Devemos enfatizar que qualquer movimento que pregue a intolerância deva ser colocado fora da lei, e devemos considerar a incitação à intolerância e perseguição devido a ela, como criminal, da mesma forma como devemos considerar a incitação ao assassinato, ou seqüestro, ou para a revitalização do comércio de escravos como criminoso.”

A ênfase que Popper deu na eliminação, em vez da verificação, foi de fato muito importante, pois contrapôs a visão baconiana profundamente dominante na ciência. Apenas através da lógica e da confrontação com os fatos, pode-se chegar o mais próximo possível da verdade. E nada, absolutamente nada, deveria ser objeto irrefutável.


Ciência
Stephen Hawking


Alguns diriam que como “grande revolucionário” da ciência deveria se encontrar Albert Einstein, que além de influenciar o trabalho de Karl Popper, também revolucionou a física provando a teoria atômica e a física quântica, e demonstrando que o tempo é relativo ao espaço. Além disso, ao lançar os princípios da fissão nuclear, Einstein ainda revolucionou a geopolítica (com o resultado de Hiroshima e Nagasaki, Einstein se arrependeu amargamente de ter aconselhado o presidente Franklin Roosevelt a iniciar o programa nuclear).

Mas Stephen Hawking, sem duvida, merece lugar de destaque nessa postagem. Seu trabalho começa em 1970, quando o jovem Hawking, no desejo de descobrir tudo, focou seus estudos no trabalho de Einstein. Mais tarde, em 1990, focou-se na Teoria do Tudo. Os seus principais feitos são:

1. Combinação da teoria da relatividade com a mecânica quântica para descrever a propriedade dos buracos negros.

2. Participação no desenvolvimento da Teoria da Inflação Cósmica, alicerce fundamental para sustentação do Big Bang.

3. Participação na construção de tecnologias promissoras, como o iBrain que promete traduzir ondas cerebrais em sinais gráficos, como pontos em uma escala, abrindo espaço para que (no futuro) pessoas possam se comunicar apenas com o pensamento. 

4. Teorema dos Minis Buracos Negros e Radiação Hawking. Embora a existência destes minis buracos negros ainda seja hipotética, eles poderiam provar a existência de dimensões extras no Universo. É o que o LHC vem tentando criar já tem um tempo. Mesmo que eles conseguissem gerar um mini-buraco negro, não há motivo para temer um apocalipse: a Radiação Hawking mostra que todos os buracos negros perdem massa ao longo do tempo. Minúsculos buracos negros encolhem através de evaporação mais rápido do que crescem engolindo matéria, morrendo dentro de uma fração de segundos. 

5. Comprovação dos teoremas da singularidade, em conjunto com Roger Pensore, criando os teoremas da singularidade Hawking-Penrose, que demonstram que, sob certas condições, universos também se originam numa singularidade do Big Bang. 

Embora suas teorias a respeito dos buracos negros não sejam devidamente comprovadas, Hawking trouxe novas interpretações a respeito do teorema de Einstein e nos aproximou ainda mais do entendimento a respeito da origem do Universo, da vida e tudo o mais. Além disso, apesar de sua doença, Hawking sabe comunicar suas ideias como ninguém, sendo um excelente escritor. Sua capacidade didática para ensinar até a menos brilhante das pessoas sobre o complicado mundo da Física Teórica é uma de suas maiores características.

De fato, ainda não podemos ver os efeitos da revolução de Stephen Hawking no mundo atual (este privilégio pertencerá aos nossos netos), mas é inegável sua participação na construção da Física Moderna e os desdobramentos tecnológicos e científicos inerentes a ela. 

Sobre o Autor:
Vinícius Miranda
Vinícius Miranda. Não espere encontrar em mim algum traço de normalidade. Sou do tipo que ostenta uma bala na faculdade, faço perguntas para meu cachorro esperando que ele responda e não sou como certas pessoas do meu círculo de amizades que mandam indiretas! Pois é.

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